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Goiânia, 03/04/25
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Foto: Alan Santos/PR

Ronaldo Caiado não esconde ainda que usa a boa relação com o Palácio do Planalto para tentar amenizar ou resolver as principais demandas do Estado – mergulhado em uma severa crise econômica

Caiado deixa Goiás para acompanhar agenda nacional de Bolsonaro

17/08/2019, às 00:29 · Por Eduardo Horacio

O governador de Goiás, Ronaldo Caiado (DEM), vai trocar provisoriamente a pesada rotina de administrar os muitos problemas do Estado para fazer um tour pelo País ao lado do presidente Jair Bolsonaro (PSL) neste fim de semana. Caiado recebeu telefonema do presidente com o convite e aceitou de imediato.

A agenda do governador prevê três compromissos oficiais neste sábado, 17.  O primeiro ocorrerá em Resende, no interior do Rio de Janeiro. Ronaldo Caiado acompanhará o presidente Jair Bolsonaro na formatura de novos cadetes da Academia Militar das Agulhas Negras.

Também ao lado de Bolsonaro, Caiado participará durante a noite da cerimônia oficial de abertura da Festa do Peão de Barretos, no interior de São Paulo. A tradicional festa está na 64ª edição.

Antes, durante a tarde o governador de Goiás irá visitar o Hospital do Amor (antigo Hospital do Câncer), também em Barretos. Caiado tem como objetivo fazer parceria com o Hospital do Amor na gestão e unidades hospitalares no Estado. Essa é, aliás, a única agenda que tem interesse direto para Goiás.

Parceria
O governador de Goiás não dispensa uma oportunidade de demonstrar apoio ao presidente Jair Bolsonaro. Aliados desde os tempos de Congresso Nacional, Caiado e o presidente demonstram afinidade de agenda desde que ambos assumiram postos no Executivo.

Ronaldo Caiado não esconde ainda que usa a boa relação com o Palácio do Planalto para tentar amenizar ou resolver as principais demandas do Estado – mergulhado em uma severa crise econômica.

Uso de recursos do Fundo Constitucional do Centro-Oeste (FCO), a aprovação da chamada Lei Mansueto, de socorro aos estados, ou a adesão Regime de Recuperação Fiscal (RRF), todas alternativas que Caiado movimenta para recompor as finanças do Estado dependem de ação do governo federal. 


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