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Nesta quarta-feira, 21, profissionais da área da saúde participaram da paralisação nacional das atividades em prol do piso

Enfermeiros não descartam greve em defesa do piso nacional da categoria em Goiás

22/09/2022, às 10:50 · Por Redação

Profissionais de enfermagem, que reivindicam o piso salarial da categoria, não descartam greve em Goiás. Nesta quarta-feira, 21, enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem de Goiânia participaram da paralisação nacional das atividades, além de protesto em frente ao Hospital de Urgências Governador Otávio Lage (Hugol). Objetivo é pressionar o Congresso Nacional, bem como o Governo Federal, acerca de leis que vão custear o piso salarial dos trabalhadores da área.

A presidente do Sindicato dos Enfermeiros de Goiás (Sieg), Roberta Rios, disse em entrevista que uma possível greve da categoria não está descartada. No entanto, os profissionais aguardam orientação nacional e se concentram agora na paralisação que ocorre desde o início do dia e deve durar 24h.

De acordo com ela, a paralisação atinge 100% das unidades de atenção básica e 50% de urgência e emergência. Na rede privada, o movimento atinge 20% dos profissionais. Durante toda a manhã, os profissionais fizeram manifestação na porta do Hugol e, no período da tarde, o ato foi na porta do Hospital de Urgências de Goiânia (Hugo).

O pagamento do piso salarial havia sido determinado em lei aprovada no Congresso Nacional e sancionada pelo Presidente da República, Jair Bolsonaro, em agosto. No entanto, foi suspensa pelo Supremo Tribunal Federal, por pelo menos 60 dias, com a justificativa de que é necessário uma fonte de recursos para viabilizar o pagamento. Em Goiás, são mais de 74 mil enfermeiros e mais de 55 mil técnicos e auxiliares. 


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