Matérias
Reprodução/Ilustraçao
A secretaria solicitou o exame de sangue de todos os animais do condomínio. O cadela da Maria foi diagnosticado com a doença
Em decisão rara, Justiça nega pedido de Centro de Zoonoses de Goiânia para sacrificar cadelinha
28/08/2019, às 00:00 · Por Pedro Lopes
Após diagnóstico errado, a Justiça Goiana suspendeu a solicitação do Centro de Zoonoses de Goiânia para busca e apreensão de uma cadelinha da raça Shin-tzu, que seria sacrificada por meio de eutanásia.
A cadela, chamada Mel, havia sido diagnosticada com leishmaniose visceral, que poderia espalhar para outros animais. O caso teria ocorrido em razão de a Secretaria Municipal de Saúde da capital ter alertado para um suposto risco da doença leishmaniose visceral que havia na região do Condomínio Aldeia do Vale, onde a cadela convivia com sua dona, Maria de Souza.
A Secretaria solicitou o exame de sangue de todos os animais do condomínio. O cadela da Maria foi diagnosticado com a doença. Logo, ela foi requerida a enviar sua cadela para submetê-la a eutanásia. Indignada, ela solicitou exames em outros laboratórios privados. Todos derem resultado negativo. Com os resultados em mãos, ela ajuizou pedido na Justiça para evitar que sua cadelinha fosse sacrificada. A Justiça optou por manter a cadelinha viva.
Eutanásia Direito dos Animais