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Luana foi morta após resistência à tentativa de estupro

Suspeito planejou ataque a Luana por ao menos uma semana

30/11/2022, às 15:02 · Por Redação

O ajudante de pedreiro Reidimar Silva, de 31 anos, que confessou o assassinato de Luana Marcelo Alves, de 12 anos, observava a garota havia pelo menos uma semana antes do crime. A afirmação é de parentes e vizinhos da vítima. A informação é do jornal O Popular.

A menina desapareceu no domingo, 26, de manhã, quando saiu para ir à padaria perto de onde morava em Goiânia.

Vizinhos e amigos da família afirmaram que Reidimar foi visto pelo menos duas vezes observando a distribuidora de bebidas que os pais da adolescente são proprietários. Além disso, o homem alugou a casa em que confessou ter matado Luana uma semana antes do crime acontecer. Ambos os locais ficam no mesmo bairro de onde ela morava.

Reidimar, ao confessar o crime na terça-feira, 29, e apresentar onde estava o corpo, afirmou que Luana apresentou resistência à tentativa de estupro. Foi então, segundo o relato, que ele a estrangulou, queimou o corpo, enterrou e tampou a cova com cimento.

Amigos e familiares da Luana contaram que todos se reuniram na distribuidora de bebidas dos pais da garota na última quinta-feira, 24, para assistirem o jogo da seleção brasileira. Por volta das 18h30, Reidimar foi visto sentado dentro do carro, observando o comércio. No sábado, 26, ele voltou a ser visto no mesmo lugar por uma vizinha.


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