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Apenas a deputada federal eleita se pronunciou de modo a criticar crimes praticados
Entidades do agro negam financiamento a atos terroristas mas não os condenam
10/01/2023, às 11:59 · Por Redação
Instituições ligadas ao agronegócio em Goiás não se manifestaram contra os ataques a exemplo de outros segmentos. Parte do agro foi acusada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de financiar a ação na capital federal.
É geral e ocorre tanto nas entidades estaduais quanto no âmbito dos municípios. Maior representante do agro local, a Federação da Agricultura e Pecuária de Goiás (Faeg) não emitiu nota nem se colocou à disposição para responder questionamentos. A conduta se repete nos sindicatos rurais de Rio Verde e de Jataí, polos do setor.
Entre as lideranças políticas que representam a categoria só a deputada federal Marussa Boldrin (União Brasil) que foi a única a repudiar diretamente os crimes cometidos em Brasília e usou as redes sociais para se manifestar e considerou o fato “um infeliz episódio da nossa democracia”. A parlamentar destacou, ainda, que “as consequências não serão só criminais” e que a economia será afetada pelo desrespeito às instituições democráticas.
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