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Ana Luísa Negrão, de 18 anos, ganhou o prêmio de melhor dança contemporânea e a sétima beca da maior competição de dança do mundo, o Prix de Lausanne, realizado na Suíça
Bailarina do Basileu França ganha prêmio na maior competição mundial de dança
07/02/2023, às 22:03 · Por Eduardo Horacio
A bailarina da
Escola do Futuro do Estado de Goiás (EFG) em Artes Basileu França, Ana Luísa
Negrão, de 18 anos, ganhou o prêmio de melhor dança contemporânea e a sétima
beca da maior competição de dança do mundo, o Prix de Lausanne, realizado na
Suíça, entre os dias 29 de janeiro e 6 de fevereiro. A argentina Lucía Abril
Marcucci, 16 anos, também aluna da EFG Basileu França, ficou entre as
semifinalistas.
A premiação do Prix
de Lausanne é feita por becas. Neste ano em que a competição completa 50 anos,
foram distribuídas 11 becas entre os melhores dançarinos. A bailarina Ana Luísa
Negrão ficou com a sétima beca e receberá uma premiação em dinheiro para custear
sua formação em uma renomada companhia de balé. Ela escolherá entre a Finnish
Ballet, na Finlândia, e a Dutch Ballet, em Amsterdam.
Ana Luísa é aluna
da EFG em Artes Basileu França Basileu desde os 5 anos e concorreu na categoria
sênior do Prix de Lausanne. A bailarina disse que o desempenho na competição
superou suas expectativas. “Foi incrível e mágico. Não esperava receber esta
premiação e agora vou realizar meu sonho. Quero estudar e conseguir um contrato
de trabalho aqui na Europa”, comemora.
A coordenadora de
dança do Basileu França, Simone Malta, ressaltou que, ao longo dos últimos dez
anos, a instituição participou de todas as edições do Prix de Lausanne, com
vários alunos premiados. “Este reconhecimento eleva o nome da escola e mostra
como o apoio do Governo de Goiás e da Sedi têm sido importantes para que Goiás
se destaque nestas competições internacionais”.
Prix de Lausanne
O Prix de Lausanne é um dos
mais importantes festivais de dança e reúne anualmente, na Suíça, bailarinos de
15 a 18 anos de vários países. Ao todo 87 dançarinos (46 do sexo feminino e 41
do masculino) de 18 países participaram da competição neste ano. A EFG em Artes
Basileu França foi a única instituição pública do Brasil a ter representantes
no Prix. Além das bailarinas da escola goiana, apenas mais três talentos
brasileiros estavam entre os selecionados para a competição na América Latina.
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