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Governo Federal deve ajudar os Estados após mudanças no ICMS, defende Mauro Rubem, que pede que União recompense e reequilibre contas das unidades federativas após cortes

Governo Federal deve ajudar os Estados após mudanças no ICMS, defende Mauro Rubem

08/03/2023, às 16:50 · Por Redação

Em entrevista ao jornal Opção na última segunda-feira, 6, o deputado estadual Mauro Rubem (PT) revelou que a gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) deixou uma “bomba atômica” na questão fiscal dos combustíveis. Algo que considerou ser uma “medida eleitoreira” e precisaria de ser resolvida com cuidado. Ao mesmo tempo, ele também não considera certo o Brasil ter a gasolina com um preço muito elevado.

“É incompatível termos a gasolina mais cara do mundo”, frisou o parlamentar na entrevista. “Isso será ajustado e óbvio que entendemos a situação das prefeituras e Estados que não podem abrir mão dos impostos como eram antes. O produto precisa ser taxado para poder fazer composição das arrecadações dos entes federativos”, completou.

O deputado afirmou ainda que Goiás foi um dos estados que ficou comprometido por conta da situação fiscal. De acordo com o governador Ronaldo Caiado (União Brasil), o estado poderá perder cerca de R$ 8,1 bilhões dos cofres públicos após os cortes. “Sou oposição ao Caiado, mas não quero que Goiás fique sem recursos para poder se desenvolver, manter os hospitais abertos, pagar a folha salarial e valorizar os seus trabalhadores”, salientou.

Para "desarmar a bomba", como classifica Mauro, o Governo Federal precisa recompensar e equilibrar as contas públicas dos estados e munícipios. “Acredito muito no diálogo, principalmente porque prefeitos e governadores querem cessar a perda. Se manter a regra anterior, vão continuar perdendo, por mais que o Governo Federal tenha boa vontade, não conseguirá compensar o que foi retirado nesse período”, completou.


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