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Carlos César Savastano Toledo, conhecido como Cacai, está foragido desde o decreto de sua prisão em 16 de novembro
Ex-presidente do DEM de Anápolis, Cacai planeja se apresentar após revogação da prisão
28/11/2023, às 16:36 · Por Redação
O ex-presidente do DEM (hoje União Brasil, após fusão com o PSL) de Anápolis, Carlos César Savastano Toledo, conhecido como Cacai, está foragido desde a emissão do decreto de sua prisão em 16 de novembro. Indiciado junto com dez policiais militares pela morte de Fábio Alves Escobar Cavalcante, ocorrida em junho de 2021, a defesa do político afirma que ele planeja se apresentar após a revogação da prisão.
Em entrevista ao Mais Goiás, o advogado Pedro Paulo de Medeiros, questionado sobre a possibilidade de Cacai se entregar, declarou: "[Ele] aguarda revogação da prisão para retornar e poder contribuir com a investigação, já que ele nunca foi chamado a ser ouvido", disse.
O caso envolve a morte de Escobar e outras sete pessoas, com Cacai apontado como mandante dos crimes. O relatório final da investigação foi enviado pela Delegacia Estadual de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco) à 1ª Vara Criminal da Comarca de Anápolis na última sexta-feira, 24.
Quando do decreto de prisão, o advogado do acusado afirmou que não existiam elementos concretos contra seu cliente e classificou a sentença como "absolutamente ilegal". Em nota, ele ressaltou que “a sentença é absolutamente ilegal, pois não há nada que o ligue ao crime. Portanto, o pedido de prisão preventiva não é necessário e não se sustenta", disse.
A defesa, em uma nova nota, reafirmou que, após um período de discussões e pedido de medidas protetivas contra Fábio Escobar, os dois tinham se reconciliado, conforme mensagens trocadas entre eles. Segundo o advogado, Carlos busca revogar sua prisão preventiva, temendo pela integridade e vida caso seja inserido no sistema prisional.
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