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Magal administrou Caldas Novas entre 2013 e 2020
Ex-prefeito de Caldas Novas é condenado e perde direitos políticos por 12 anos
08/12/2023, às 11:20 · Por Redação
O ex-prefeito de Caldas Novas Evandro Magal foi novamente condenado outra vez pela Justiça e recebeu 12 anos de suspensão política, além de uma multa de R$ 3,65 milhões. Ele administrou Caldas entre 2013 e 2020.
As infrações estão improbidade administrativa, ofensa aos
princípios da administração pública e danos ao erário. Segundo o Ministério
Público de Goiás (MPGO), o ex-prefeito recebeu um pagamento indevido de R$ 365
mil por um empresário.
O dinheiro teria sido utilizado para a compra de um
apartamento e influenciar decisões do Executivo municipal. Por exemplo,
contratações de empresas do próprio pagado, sem passar pelo processo
licitatório.
Em resposta, ao Opção, a defesa de Evandro Magal afirmou que
recebeu a sentença com “estranheza”. Segundo o advogado do ex-prefeito, houve
cerceamento da defesa e por isso ele acredita que haverá nulidade na questão.
Além de ressaltar que não existe no momento uma suspensão dos direitos
políticos dele.
Confira a nota completa abaixo:
A defesa do ex-prefeito Evandro Magal recebe com estranheza
a sentença proferida. Trata-se uma notória violação ao direito, as provas
requeridas no curso da ação foram IGNORADAS, ocorreu clara violação as
garantias legais, trata-se que uma sentença que afasta-se da legislação em
curso, o que, ao nosso sentir, causará sua nulidade, vez que, ocorreu
cerceamento de defesa, princípio básico do direito.
O ex-prefeito Evandro Magal, de Caldas Novas, foi condenado outra vez pela
Justiça durante a semana. Entre as infrações estão improbidade administrativa,
ofensa aos princípios da administração pública e danos ao erário, Ao todo, ele
recebeu 12 anos de suspensão dos privilégios políticos, além de uma multa
civil.
Segundo o Ministério Público de Goiás (MPGO), o ex-prefeito
recebeu um pagamento indevido de R$ 365 mil por um empresário. O dinheiro teria
sido utilizado para a compra de um apartamento e influenciar decisões do
Executivo municipal. Por exemplo, contratações de empresas do próprio pagado,
sem passar pelo processo licitatório.
Magal também foi condenado ao pagamento de uma multa de R$
3,65 milhões, dez o valor recebido do empresário, que também é réu do processo.
Em caso de não pagamento, o juiz Rodrigo de Castro Ferreira, da 3ª Vara Cível,
Fazenda Pública Municipal e Ambiental, manteve o sequestro de um apartamento do
ex-prefeito.
Em resposta, a defesa de Evandro Magal afirmou que recebeu a
sentença com “estranheza”. Segundo o advogado do ex-prefeito, houve cerceamento
da defesa e por isso ele acredita que haverá nulidade na questão. Além de
ressaltar que não existe no momento uma suspensão dos direitos políticos dele.
Confira a nota completa abaixo:
A defesa do ex-prefeito Evandro Magal recebe com estranheza
a sentença proferida. Trata-se uma notória violação ao direito, as provas
requeridas no curso da ação foram IGNORADAS, ocorreu clara violação as
garantias legais, trata-se que uma sentença que afasta-se da legislação em
curso, o que, ao nosso sentir, causará sua nulidade, vez que, ocorreu
cerceamento de defesa, princípio básico do direito.
As medidas judiciais já estão sendo tomadas, para que seja
garantindo o devido processo legal e acreditamos na reforma da sentença, pois
inexistem elementos para qualquer condenação do ex-prefeito Evandro Magal.
Ressaltamos que, diante as medidas judiciais, neste momento,
inexiste suspensão dos direitos políticos do ex-prefeito Evandro Magal,
deixando claro sua total condição de futura candidatura, caso assim deseje.
Por fim, ressalta-se que, julgamentos que buscam a
condenação a qualquer custo devem ser combatidos pelos recursos legais e ainda,
que Evandro Magal apresentará representação formal junto ao CNJ, requerendo que
providências no âmbito administrativo sejam tomadas, evitando que sentenças
sejam proferidas ferindo direitos e garantias legais e especialmente que abusos
e excessos sejam apurados.
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