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Goiânia, 03/04/25
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A rede é interligada entre os estados e, ainda, internacionalmente

Além do caso Amélia, banco de DNA auxiliou 637 inquéritos em Goiás

11/12/2023, às 07:19 · Por Redação

Desde que foi criado em 2013, o Banco Nacional de Perfis Genéticos auxiliou 637 investigações criminais em Goiás. Apenas em 2023, foram 113. A informação é do jornal O Popular. Um dos casos auxiliados pelo banco de dados é o de Amélia Vitória Oliveira de Jesus, de 14 anos, que foi estuprada e morta no final de novembro.

Durante as investigações da Polícia Civil do Estado de Goiás (PC-GO), em conjunto com a Superintendência de Polícia Técnico-Científica de Goiás (SPTC-GO), descobriu-se que o responsável pelos crimes é Janildo Silva Magalhães, de 38 anos. A resolução foi possível diante do confronto de DNA encontrado na vítima com a rede integrada.

O auxílio é por meio de identificação ou descarte de suspeitos e associando uma investigação a outra já em andamento, mostrando, por exemplo, que o suspeito é reincidente. Os crimes vão de sexuais e contra a vida a patrimoniais.

O sistema, interligado à Rede Integrada de Bancos de Perfis Genéticos, garante a inserção de DNA de condenados e suspeitos por crimes graves, de restos mortais não identificados, e de referências de pessoas desaparecidas. No estado, há 17 mil cadastros. Em todo o Brasil, 207,3 mil.

A rede é interligada entre os estados e, ainda, internacionalmente. Em Goiás, o banco de dados começou a ser alimentado em 2015. Naquele ano, em maio, eram 39 perfis registrados. Considerando até o início de dezembro deste ano, o total cresceu 436 vezes. O estado é o quarto, em números absolutos, com mais cadastros.




 


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