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A rede é interligada entre os estados e, ainda, internacionalmente
Além do caso Amélia, banco de DNA auxiliou 637 inquéritos em Goiás
11/12/2023, às 07:19 · Por Redação
Desde que foi criado em 2013, o Banco Nacional de Perfis Genéticos auxiliou 637
investigações criminais em Goiás. Apenas em 2023, foram 113. A informação é do
jornal O Popular. Um dos casos auxiliados pelo banco de dados é o de Amélia
Vitória Oliveira de Jesus, de 14 anos, que foi estuprada e morta no final de
novembro.
Durante as investigações da Polícia Civil do Estado de Goiás
(PC-GO), em conjunto com a Superintendência de Polícia Técnico-Científica de
Goiás (SPTC-GO), descobriu-se que o responsável pelos crimes é Janildo Silva
Magalhães, de 38 anos. A resolução foi possível diante do confronto de DNA
encontrado na vítima com a rede integrada.
O auxílio é por meio de identificação ou descarte de
suspeitos e associando uma investigação a outra já em andamento, mostrando, por
exemplo, que o suspeito é reincidente. Os crimes vão de sexuais e contra a vida
a patrimoniais.
O sistema, interligado à Rede Integrada de Bancos de Perfis
Genéticos, garante a inserção de DNA de condenados e suspeitos por crimes
graves, de restos mortais não identificados, e de referências de pessoas
desaparecidas. No estado, há 17 mil cadastros. Em todo o Brasil, 207,3 mil.
A rede é interligada entre os estados e, ainda, internacionalmente. Em Goiás, o
banco de dados começou a ser alimentado em 2015. Naquele ano, em maio, eram 39
perfis registrados. Considerando até o início de dezembro deste ano, o total
cresceu 436 vezes. O estado é o quarto, em números absolutos, com mais
cadastros.
Caso Amélia Crime Estupro