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Divulgação - Polícia Militar
Adriano Silva Guimarães, de 46 anos, conhecido também por sua participação em emboscada que resultou no assassinato de Cadu, assassino do cartunista Glauco em 2010, foi localizado após levantamento do Serviço de Inteligência do CPC de Goiás
Condenado a 60 anos por roubos a bancos morre em confronto com a Rotam em Goiânia
05/01/2024, às 10:13 · Por Redação
Adriano Silva Guimarães, de 46 anos, condenado a mais de 60 anos de prisão por roubos a bancos e homicídio, morreu na tarde de quarta-feira, 3, em um confronto com a Rondas Ostensivas Táticas Metropolitana (Rotam) da Polícia Militar, em Goiânia. O foragido tinha um mandado de prisão em aberto em Minas Gerais e foi localizado no Setor Rodoviário após investigação do Serviço de Inteligência do Comando do Policiamento da Capital (CPC).
Ao perceber a aproximação dos policiais da Rotam, Adriano tentou fugir pelos fundos de sua residência e disparou contra os militares com uma pistola calibre 9 milímetros. Ferido no revide, o condenado morreu antes da chegada do socorro médico. A arma encontrada com ele apresentou pane após o primeiro disparo, impossibilitando a continuação do ataque.
Além dos crimes pelos quais foi condenado, Adriano Guimarães também foi apontado como participante de uma emboscada que resultou no assassinato de Carlos Eduardo Sundfeld Nunes, conhecido como Cadu, dentro da penitenciária Coronel Odenir Guimarães (POG), em Aparecida de Goiânia, em 2016. Cadu era notório por ter assassinado, em 2010, o cartunista Glauco Vilas Boas e seu filho Raoni, em São Paulo.
O foragido estava envolvido em roubos a bancos em Goiás e Minas Gerais, somando mais de 60 anos de pena. Seu histórico criminal inclui ainda a participação em crimes no sistema prisional, evidenciando sua periculosidade.
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