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Fabrício Rosa foi o 14º candidato mais votado, com 4.299 votos, mas não foi eleito por falta de quociente eleitoral de seu então partido, PSOL.
Fabrício Rosa e Tiãozinho Porto devem assumir vagas na Câmara de Goiânia
23/02/2024, às 10:55 · Por Redação
Com a cassação da chapa do PMB, Markin Goyá (PRD) e Bill Guerra (SD) voltam à
Câmara Municipal de Goiânia. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) iniciou nesta
sexta-feira, 23, julgamentos do Agir e PSC, que têm uma cadeira cada, caso haja
a condenação, Fabrício Rosa (PT) e Tiãozinho Porto (MDB) assumem mandatos no
último ano da legislatura.
O TSE já confirmou a cassação das chapas do Cidadania, Márcio Carvalho e Marlon
Teixeira; PMB, Edgar Duarte e Pastor Wilson e manteve o Avanti que possui três
parlamentares: Jaiminho, Sargento Novandir e Thialu Guiotti. Além do Agir e
PSC, que já conta com voto desfavorável do relator do caso, ministro Kássio
Nunes Marques, o PRT também está na berlinda e pode perder a cadeira do
vereador Leo José, hoje no Republicanos.
Esses casos são referentes a supostas fraudes na cota de gênero. Mas alguns
vereadores perderam mandato por infidelidade partidária, caso de Gabriela
Rodart (PTB), por infidelidade partidária. Ela foi eleita pelo DC. Assumiu em
seu lugar Márcio do Carmo (DC), decisão depois revista.
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