Poder Goiás
Goiânia, 04/04/25
Matérias
Divulgação

Maurício Sampaio deve se entregar à Justiça na quinta-feira, 20, diz defesa, que planeja buscar novo habeas corpus

Maurício Sampaio deve se entregar à Justiça na quinta-feira, 20, diz defesa

16/06/2024, às 10:20 · Por Redação

Condenado como mandante do assassinato do radialista Valério Luiz de Oliveira em 2012, Maurício Sampaio deve se entregar à Justiça goiana na próxima quinta-feira, 20 de junho. A defesa do empresário confirmou a informação após o juiz Lourival Machado da Costa, da 4ª Vara Criminal de Crimes Dolosos contra a Vida do Tribunal de Justiça de Goiás (TJ-GO), expedir um mandado de prisão contra ele. O documento foi protocolado nesta sexta-feira, 14 de junho, e inclui também o policial militar reformado Ademá Figueiredo Aguiar Filho.

No despacho assinado pelo juiz Lourival Machado da Costa escreveu: “Pelo exposto, determino a expedição do mandado de prisão dos réus Ademá Figueiredo Aguiar Filho e Maurício Borges Sampaio, restabelecendo, portanto, o decreto de prisão já determinado na sentença”. A defesa de Maurício Sampaio, representada pelo advogado Ricardo Naves, informou que buscará um novo habeas corpus para tentar reverter a decisão.

Conforme a denúncia apresentada pelo Ministério Público, o cronista esportivo Valério Luiz de Oliveira foi assassinado no dia 5 de julho de 2012. Por volta das 14h, Valério foi alvejado com cinco tiros enquanto estava dentro de seu carro, ao sair da emissora de rádio onde trabalhava, no Setor Serrinha, em Goiânia.

A denúncia foi formalmente apresentada em 27 de fevereiro de 2013 e, três dias depois, foi aceita pela Justiça. Em agosto de 2014, Maurício Sampaio, junto com Urbano, Marcos Vinícius, Djalma e Ademá, foram oficialmente pronunciados como réus no caso.

Desde então, o processo judicial tem seguido seu curso, com diversas audiências e recursos interpostos pelas defesas dos acusados. Em novembro de 2022, todos os réus foram condenados em júri popular. Maurício Sampaio, apontado como o mandante do crime, e Ademá Figueiredo, como executor, tiveram penas fixadas, mas recorreram da decisão e obtiveram um habeas corpus, que os manteve em liberdade até a recente decisão judicial.


Justiça Maurício Sampaio Goiânia Goiás,