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Anyuli Rojas, 28 anos, com Diego Alejandro, 4 e Deyberth Santiago Rojas, 3 são refugiados em Goiânia atendidos pela OVG e Osceia
Governo de Goiás e ONGs amparam venezuelanos refugiados
23/11/2019, às 00:10 · Por Pedro Lopes
Boa parte de refugiados Venezuelanos, que fugiram da crise política e humanitária no país de origem, tem encontrado em Goiás a chance de retomar suas vidas com dignidade. Para apoiá-los, eles contam com o trabalho de ONGs como as Obras Sociais do Centro Espírita Irmão Áureo (Osceia), que é uma das entidades parceiras da Organização das Voluntárias de Goiás (OVG).
Só nas últimas semanas, chegaram a capital goiana cerca de 120 pessoas, que são recepcionadas por ONGs, destas 15 famílias acolhidas pela Osceia.
Pela plataforma do Voluntariado da OVG na internet: www.ovg.org.br/voluntariado/espaço é possível fazer a conexão entre as partes interessadas em ajudar e colaborar com a Campanha “Refugiados Venezuelanos”. Sobre a Osceia, quem tiver algo (móveis, roupas etc) para doar às famílias de refugiados pode entrar contato pelo telefone 62 98299-1640.
A OVG também ajuda a campanha com a entrega de alimentos e roupas. Nas últimas semanas foram repassados 640 quilos de alimentos para os venezuelanos e, nos próximos dias, eles vão receber 650 peças de roupas, 112 brinquedos e 140 cobertores, além de frutas e hortaliças.
O presidente da Osceia, Jânio Borges Santos conta que se responsabiliza pela moradia, segurança, capacitação e inserção dos refugiados no mercado de trabalho e que para isso a entidade tem o auxílio de voluntários e doadores.
Já a diretora de Ações Sociais da OVG, Jeane Abdala, ressalta a importância de apoiar e participar de ações de voluntariado. “Precisamos mobilizar nossa sociedade a ajudar esses irmãos que estão chegando ao Brasil”, comenta.
A família de Anyuli Rojas está há três meses em Goiânia. “Quando chegamos ao Brasil, a situação era extremamente difícil e meu marido, Veiker, chegou a ficar meses carregando um cartaz de papelão pelas ruas até conseguir emprego. Hoje estamos agradecidos ao Osceia pela ajuda, temos casa e trabalho dignos,podemos ajudar a família que ficou lá”, afirma a venezuelana.
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