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De acordo com Caiado, ao invés do governo federal corrigir suas ações, anuncia um pacote de medidas, ao derrubar as taxas de importação de alguns alimentos
'Na hora de governar, a esquerda é um zero à esquerda', diz Caiado sobre pacote de Lula
07/03/2025, às 11:44 · Por Redação
O governador Ronaldo Caiado (União Brasil) se posicionou de forma contundente, contrário ao pacote anunciado pelo governo federal de derrubar a taxa de importação de alguns alimentos na tentativa de conter a inflação do setor. O pacote tem viés eleitoreiro e tenta, de forma desesperada, reverter a forte queda de popularidade de Lula (PT) apontada por diversas pesquisas. “A gente pode concluir uma coisa: na hora de governar, a esquerda é um zero à esquerda”, ataca Caiado.
Em vídeo divulgado nas redes sociais, o governador de Goiás listou as medidas e omissões do governo federal que culminaram na crise inflacionária que o país atravessa atualmente. Caiado lembrou que Lula cancelou o teto de gastos e descumpriu o arcabouço fiscal, anunciado por ele em substituição. Para o governador, o “gasto irresponsável e perdulário do governo federal” fez o endividamento público aumentar e, na tentativa de contê-lo vieram o crescimento da taxa de juros e, posteriormente, a inflação.
De acordo com Caiado, ao invés do governo federal corrigir suas ações, anuncia um pacote de medidas, ao derrubar as taxas de importação de alguns alimentos, “penalizando os produtores e a indústria brasileira”. “Ora, o governo federal praticando concorrência desleal e predatória àqueles que geram riqueza e o superávit da balança comercial no país e alimenta 200 milhões de brasileiros e mais de 1 bilhão de pessoas no mundo?”, critica Caiado.
Reprovação
A intervenção do governo federal na economia é parte da tentativa de recuperação da imagem de Lula, em queda nas pesquisas. Divulgada nesta sexta-feira, 7, levantamento da AtlasIntel aponta que o governo Lula é ‘ruim’ ou ‘péssimo’ para 50,8% dos entrevistados e 53% desaprovam a atuação do petista.
Outra pesquisa já havia mostrado a insatisfação da população brasileira com o governo Lula, o que ligou o alerta no Palácio do Planalto. A Quaest mostrou, em fevereiro, que pela primeira vez a desaprovação ao presidente, de 49%, superava a aprovação (47%), que despencou cinco pontos em um mês.
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