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Goiânia, 04/04/25
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A falta de responsabilidade fiscal comprometeu gravemente as finanças estaduais, tornando necessária uma ampla reestruturação conduzida pelo governador Ronaldo Caiado (União Brasil)

9 fatos que comprovam que Marconi e José Eliton quebraram Goiás

22/03/2025, às 17:36 · Por Redação

Marconi Perillo (PSDB) governou Goiás por quatro mandatos e, em sua última gestão, entre 2015 e 2018, ao lado de José Eliton, deixou o Estado mergulhado em dívidas, desestruturação financeira e um verdadeiro caos nas contas públicas. A falta de responsabilidade fiscal comprometeu gravemente as finanças estaduais, tornando necessária uma ampla reestruturação conduzida pelo governador Ronaldo Caiado (União Brasil) a partir de 2019, para que Goiás pudesse recuperar sua capacidade de investimento nos serviços essenciais à população.

Agora, com o Estado financeiramente recuperado e inovando no cenário fiscal brasileiro com a criação do Fundo de Estabilização Econômica (FEG), Marconi e José Eliton tentam reescrever a história. Em notas à imprensa, os tucanos tentam distorcer a realidade, mas os fatos e dados técnicos de instituições oficiais desmontam facilmente essa narrativa fictícia e mentirosa.

Confira os fatos que evidenciam o colapso financeiro do Governo de Goiás ao término dos mandatos de Marconi e José Eliton em 2018: 

1. O Tribunal de Contas do Estado de Goiás (TCE-GO) reprovou as contas de 2018, conforme o Parecer Prévio nº 001/2019, apontando 40 irregularidades na execução orçamentária, incluindo descumprimento de vinculações constitucionais.

2. A Secretaria do Tesouro Nacional (STN) manteve Goiás classificado com nota C no Boletim de Finanças dos Entes Subnacionais de 2017, impedindo o Estado de obter garantias da União para novos empréstimos, um reflexo da deterioração das contas públicas.

3. Entre 2016 e 2019, os gastos estaduais cresceram 26,06%, enquanto a receita avançou apenas 18,9%. Em 2019, a dívida total era de R$ 19,6 bilhões, com R$ 7,6 bilhões em obrigações imediatas.

4. A folha de dezembro de 2018 não foi paga integralmente, deixando um débito de R$ 1,6 bilhão para a gestão seguinte, sem disponibilidade de caixa, conforme registrado no Relatório de Gestão Fiscal de 2019.

5. O governo anterior acumulou uma dívida de R$ 220 milhões com os municípios, afetando áreas essenciais como transporte escolar, merenda e cofinanciamento da Saúde. Além disso, a Bolsa Universitária acumulava um passivo de R$ 76,3 milhões, prejudicando milhares de estudantes.

6. Os valores descontados dos servidores para empréstimos consignados não foram repassados aos bancos, fazendo com que muitos perdessem acesso ao crédito e tivessem seus nomes negativados indevidamente.

7. A Assembleia Legislativa do Estado de Goiás (Alego) reconheceu oficialmente a calamidade financeira do Estado ao aprovar o Decreto Legislativo nº 3/2019, declarando a insustentabilidade fiscal herdada da gestão anterior.

8. O Supremo Tribunal Federal (STF) suspendeu o pagamento da dívida de Goiás com a União por meio da Ação Cível Originária (ACO) nº 3.257, reconhecendo a crise financeira do Estado com base na Lei Complementar nº 159/2017, que institui o Regime de Recuperação Fiscal (RRF).

9. O endividamento do Estado disparou durante as gestões do PSDB. Em 2000, a dívida consolidada era de R$ 8,4 bilhões; ao final de 2018, o valor havia mais que dobrado, chegando a R$ 19,6 bilhões. Parte desse crescimento se deu por operações de crédito junto ao BNDES e à Caixa Econômica Federal, incluindo empréstimos para o saneamento financeiro da CELG, que acabou federalizada em 2015 e, posteriormente, vendida no ano seguinte.


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