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Nota foi também uma resposta a críticos do PT e políticos ligados a Marconi Perillo
'Nota pública do PSDB sobre os atos do prefeito Iris Rezende é um desatino completo', responde MDB
16/04/2020, às 00:01 · Por Pedro Lopes
O MDB Goiânia, dirigido por Carlos Júnior, respondeu a nota do PSDB Goiânia sobre o decreto que prevê a redução de gastos para investimentos em Saúde na capital. Na última terça-feira, 14, os tucanos repudiaram a suspensão de 3,1 mil servidores temporários após orientação da Procuradoria Jurídica do município de Goiânia.
Em resposta, o MDB lembrou que os governos estão precisando "adotar medidas extremas para preservar vidas em meio à pior crise de Saúde" e reafirmou que os contratos não foram encerrados, mas suspensos.
"No entanto, mesmo que no íntimo todos saibam que as intenções e os atos são absolutamente necessários e justificáveis – a preservação dos vencimentos dos servidores, a manutenção da máquina pública e, sobretudo, os investimentos necessários em Saúde – sempre haverá os oportunistas, os abutres. E eles estão à espreita", disse a nota.
Em resposta também a outros críticos do PT e de lideranças ligados a Marconi Perillo que são pré-candidatos em Goiânia, a nota classificou os políticos como "viúvas da gestão passada, que trucidou com a máquina administrativa do município". Leia a íntegra abaixo:
Nota do MDB Goiânia
Governos são obrigados a adotar medidas extremas para preservar vidas em meio à pior crise de Saúde, em decorrência do novo coronavírus. Goiânia age com coragem na tomada de decisões, antecipando-se aos problemas causados pela doença, e, por isso, comparada a outras cidades de mesmo porte, a transmissão é menos acentuada e tem porcentual menor de óbitos.
Agora, os esforços estão e continuarão voltados completamente para a Saúde. Para a preservação da vida dos goianienses. Ainda que isso gere desgaste. Até porque o prefeito Iris Rezende, com seus 60 anos de vida pública, jamais deixou de tomar decisões, mesmo as mais difíceis.
É exatamente neste contexto que a gestão municipal expediu decreto suspendendo gratificações, horas extras e contratos precários. Ressalte-se que foram suspensos, não houve e não haverá demissões. Os contratos serão restabelecidos tão logo a crise provocada pela doença que abala o planeta seja vencida ou minimizada.
No entanto, mesmo que no íntimo todos saibam que as intenções e os atos são absolutamente necessários e justificáveis – a preservação dos vencimentos dos servidores, a manutenção da máquina pública e, sobretudo, os investimentos necessários em Saúde – sempre haverá os oportunistas, os abutres. E eles estão à espreita.
Parte deles é constituída de viúvas da gestão passada, que trucidou com a máquina administrativa do município. Deixaram obras paralisadas, escândalos de corrupção em diversos órgãos e um caixa absolutamente arrebentado. Essa herança (maldita) fez com que Goiânia perdesse pelo menos dois anos. Ainda assim, eles se sentem com empatia suficiente para reaparecer e apontar o dedo.
Se ouvir e ler críticas de petistas causa asco, ler nota pública do PSDB sobre os atos do prefeito Iris Rezende é um desatino completo. Goiás e Goiânia conhecem o método tucano de gerir a coisa pública. Nem cabe discorrer longamente.
Vale apenas uma reflexão: quantas vidas poderiam ser poupadas em consequência do coronavírus se o ex-governador Marconi Perillo e seus asseclas não tivessem assaltado o Estado por tantos anos? Quantos hospitais a mais nós teríamos, quantos profissionais a mais estariam nas unidades de Saúde?
É importante reiterar aos goianienses que o coronavírus é uma doença a ser extirpada. Já os incompetentes da gestão passada e os assaltantes do Estado são um vírus que Goiás e Goiânia já derrotaram.
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