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Outra vertente que a polícia também apura é de latrocínio (roubo seguido de morte)
Polícia apura hipótese de agiota ser mandante do assassinato dos dois advogados
03/11/2020, às 09:23 · Por Pedro Lopes
A Polícia Civil de Goiás que investiga a morte Marcus Aprigio Chaves, de 41 anos, e Frank Alessandro Carvalhaes, de 47, agora apura a linha de que o assassinato teria sido encomendando por um agiota. A 2ª fase da investigação agora trabalha para identificar a motivação do crime, ocorrido no dia 28 deste mês, em Goiânia, no próprio escritório de advocacia das vítimas.
A polícia suspeita que as mortes teriam sido encomendadas por um agiota de Luziânia, conforme revelado pela TV Record. Conforme a emissora, o escritório dos advogados ganharam a causa de um cliente que acumulou junto ao agiota no valor de cerca de R$ 3,5 milhões. O caso ganho pelos advogados rendeu ao cliente que ele arcasse com o valor de R$ 300 mil. O fato teria provocado ira no agiota.
A outra vertente que a polícia também apura é de latrocínio (roubo seguido de morte), cuja versão é contada por um dos suspeitos de efetuar os disparos, Pedro Henrique Martins Soares. No entanto, a polícia não descarta nenhuma hipótese no momento e segue apurando os fatos.
Assassinato Policia Civil