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A proposta é formatada na Superintendência de Planejamento da Secretaria de Economia (comandada por Cristiane Schmidt) e valeria a partir de 2020
Fim das cotas de secretarias, proposta por Cristiane Schmidt, pode intensificar caos na gestão
01/05/2019, às 00:00 · Por Diene Batista
O fim das cotas fixas para as secretarias e estatais, proposta pela secretária de Economia, Cristiane Schmidt, jogaria as pastas em um caos administrativo ainda maior. A proposta faz parte das discussões da Lei Orçamentária Anual (LOA), que será feita juntamente com o Plano Plurianual (PPA), que começou a ser debatido na semana passada e que precisa ser enviado à Assembleia Legislativa até 30 de agosto.
Se com um orçamento já aprovado várias pastas ainda não conseguiram nomear cargos de direção e as recém criadas como Esporte e Cultura ainda não conseguiram sequer formatar a estrutura básica, com a medida seria ainda mais caótica a gestão das mais básicas tarefas cotidianas.
Segundo a coluna Giro do jornal O Popular desta terça-feira, 30, a proposta é formatada na Superintendência de Planejamento e valeria a partir de 2020. O governo pretende tirar folha, dívida e o básico para a manutenção da máquina (energia, água, telefone, combustível etc), já os outros repasses seriam feitos por orçamento base zero e o gestor precisaria ir com o pires na mão à Secretaria de Economia, que analisaria cada custo-benefício.
O projeto deverá apresentar também proposta de captação de recursos, como operação de créditos ou convênios com ministérios. A proposta casa com o discurso do governador Ronaldo Caiado (DEM), de falta de recursos para investimentos.
Cristiane Schmidt Ronaldo Caiado