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Jackson Rodrigues
O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, confirmou as doações para Cuiabá, mas nada falou de Goiânia porque a capital goiana não fez a solicitação
Goiânia não exigiu vacinas extras para sediar Copa América, diferentemente de Cuiabá, que pediu e será atendida
10/06/2021, às 14:22 · Por Eduardo Horacio
O prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB), teve acatado o
seu pedido de doses extras de vacinas contra o coronavírus em contrapartida à
realização da Copa América na cidade. A solicitação havia sido feita
pessoalmente ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido). O prefeito de Goiânia,
Rogério Cruz (Republicanos) não fez o mesmo pedido – pelo menos até agora.
Emanuel Pinheiro era contra a organização da competição em
Cuiabá, mas alega não ter sido consultado sobre isso. Ele garante que a decisão
partiu dos governos federal e estadual, este último sob gestão Mauro Mendes
(DEM), junto com a CBF, e que apenas foi comunicado da escolha.
Desde então, o prefeito passou a articular em Brasília,
junto com o seu filho, o deputado federal Emanuelzinho (PTB-MT), a obtenção de
670 mil doses como contrapartida, o que, segundo a Prefeitura, permitiria
vacinar toda a população da cidade. O número, porém, será definido ainda. O ministro
da Saúde, Marcelo Queiroga, confirmou as doações para Cuiabá: "Essa
demanda das vacinas, com certeza, nós vamos atender, com muito prazer. Eu já
vou verificar com o Programa Nacional de Imunização a quantidade de doses que
será remetida para a capital de Mato Grosso, a nossa querida Cuiabá. Em breve,
eu quero estar com você e com o povo cuiabano. O Ministério da Saúde está
sempre de portas abertas", disse ele.
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