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Patriota chegou a receber a filiação do filho de Eduardo Bolsonaro, mas rejeição à família inviabilizou acordo

Ovasco, aliado de Jorcelino Braga, assume direção do Patriota e afasta possibilidade de Bolsonaro se filiar

10/07/2021, às 20:17 · Por Redação

A possibilidade de filiação do presidente Jair Bolsonaro ao Patriota para disputar as eleições de 2022 está mais remota. A sigla está agora sob o comando de Ovasco Resende, aliado do goiano Jorcelino Braga, que integra grupo contrário ao ingresso da família na legenda.

O dirigente assumiu o cargo depois de o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) validar, na quarta-feira, 7, a convenção nacional do Patriota que decidiu pelo afastamento de Adilson Barroso.

Pela decisão da Justiça, Resende presidirá o partido por 90 dias, de forma interina e contada a partir de 7 de julho. Enquanto isso, Barroso segue afastado e o conselho de ética do partido analisará as decisões dele como presidente para viabilizar a filiação de Bolsonaro. Para abrigar Bolsonaro, Barroso chegou a articular mudanças no estatuto nacional do partido, o que desagradou parte da sigla.


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