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Foto: Jackson Rodrigues
De acordo com Durval Pedroso, a grande estratégia para evitar a Aids são o diagnóstico e o tratamento precoce da infecção pelo HIV
No Dia Mundial de luta contra a Aids, Goiânia apresenta redução de novas infecções
01/12/2021, às 18:01 · Por Eduardo Horacio
No dia Mundial de luta contra a Aids, a Prefeitura de Goiânia lançou o Dezembro Vermelho, com ações voltadas ao combate a doença durante todo o mês. No Dia D de abertura, o secretário municipal de Saúde, Durval Pedroso, apresentou dados do cenário epidemiológico da infecção pelo HIV/Aids na Capital nos últimos 10 anos.
De acordo com o documento, em 2020 Goiânia teve a menor
quantidade de diagnósticos positivos de Aids da última década. Já para HIV, o
número de casos foi o menor verificado desde 2014. O secretário mostrou que 131
pessoas foram diagnosticadas com Aids em 2020. Em 2011, o diagnóstico positivo
para a doença foi recebido por 365 pessoas.
Já para HIV, quando ainda não há manifestação da doença, ele
enumerou que 446 pessoas foram diagnosticadas no ano passado. “A última vez que
o dado tinha sido menor foi em 2014, quando foram diagnosticadas 446 pessoas.
De lá para cá os números estavam altos, como 634, em 2015; 706, em 2016; 668, em
2017; 642, em 2018 e 547, em 2019”, enumerou Durval Pedroso, informando que a
pasta vem intensificando o enfrentamento à doença.
“Neste mês, em virtude do Dezembro Vermelho, as ações da pasta são mais
frequentes, mas a SMS mantém as campanhas educativas durante todo o ano, com
testagem diária nas nossas unidades de saúde, além da distribuição de
preservativos em diversas ações da secretaria e de parceiros”, explicou Durval
Pedroso.
De acordo com Durval Pedroso, a grande estratégia para evitar a Aids são o
diagnóstico e o tratamento precoce da infecção pelo HIV. “Nessas testagens,
caso o resultado seja positivo, a pessoa já é regulada para seguir o tratamento
da doença, que é totalmente custeada pelo SUS”.
“Durante o tratamento pela nossa rede, o médico acompanha o paciente com a
execução de exames complementares e a utilização de medicamentos que reduzem a
carga viral, com retornos à unidade de saúde a cada seis meses”, explicou o
secretário, ao lembrar que o tratamento realizado à risca faz com que a carga
viral possa ficar indetectável.
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