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Impasses com a folha foram iniciados ainda em abril de 2021, quando a prefeitura decidiu desconsiderar as propostas da Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil
Venda da folha de servidores do Paço ainda não é definida por Rogério Cruz
06/02/2022, às 13:06 · Por Redação
O prefeito Rogério Cruz (Republicanos) mantém indefinição sobre o processo de venda da folha de pagamento dos servidores de Goiânia. Segundo ele, a questão segue em debate no Paço Municipal, com avaliações jurídicas a serem feitas.
Impasses com com a folha foram iniciados ainda em abril de 2021, quando a Prefeitura de Goiânia decidiu desconsiderar as propostas da Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil e contratou, sem licitação, a empresa mineira BR TEC para fazer a precificação junto ao mercado.
“Isso (a venda da folha de pagamento) está sendo discutido e acontecerá, não tenha dúvida, mas a discussão ainda está em andamento. Porque é uma questão jurídica, né? E temos que respeitar o processo jurídico, infelizmente”, respondeu o prefeito após ser questionamento durante coletiva à imprensa na última sexta-feira, 4.
Depois de investigação do Ministério Público de Contas e paralisação e modificação do edital, por decisão do Tribunal de Contas dos Municípios (TCM), a prefeitura conseguiu realizar o leilão, mas não se contenta com a proposta com valor mínimo e busca formas de manter o processo aberto para propostas com valores mais altos.
O banco Itaú ofereceu o mínimo estabelecido pela própria prefeitura, de R$ 165 milhões, mas o secretário de Finanças, Geraldo Lourenço, admitiu que o valor não é suficiente para atender as expectativas do Paço.
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