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O empresário destacou que a existência de um Palácio da Cultura num local centralizado e com a arquitetura existente coloca Goiânia de vez nos grandes centros de exposição do Brasil
Associação e projetista defendem transformar Alego em Palácio da Cultura
22/03/2022, às 12:12 · Por Redação
O empresário e também diretor da Associação dos Protetores do Bosque dos Buritis, Leonardo Rizzo, comentou em entrevista ao site Diário de Goiás, que a luta pela transformação da antiga sede da Assembleia Legislativa de Goiás (Alego), em patrimônio cultural, existe há 38 anos.
'Nós ganhamos o direito de derrubar todas aquelas extensões da Assembleia e já derrubamos, inclusive, a Caixego, que estava ali, só não derrubamos o restante porque a Assembleia não teria como funcionar e por isso que arrumaram um outro espaço para a Assembleia', afirma.
Ele critica a possibilidade de que a área seja destinada ao Tribunal de Contas dos Municípios (TCM), como defendido pelo presidente da Câmara dos Vereadores Romário Policarpo (Patriota).
De acordo com o empresário, a ideia de criar o Palácio da Cultura não foi criada recentemente.
“Em 1988 a gente fundou a Associação de Proteção do Bosque, no intuito de levar o parque pra lá, com a escola de artes, que tem lá até hoje, para a Assembleia, e transformar aquilo em um museu, no Palácio da Cultura, como estão fazendo agora. Sempre foi esse o nosso projeto”, pontuou.
O empresário destacou que a existência de um Palácio da Cultura num local centralizado e com a arquitetura existente coloca Goiânia de vez nos grandes centros de exposição do Brasil e pode atrair até mesmo grandes eventos e artistas para a região.
O arquiteto e projetista do prédio, Elder Rocha, Lima espera ver a transformação do espaço em centro cultural.
“Não acredito que eu tenha feito uma obra prima mas acho que foi razoável e obedeceu as tendências arquitetônicas e é um espaço glorioso para uma exposição de arte”, pontuou.
Palácio da Cultura Alego Câmara dos Vereadores Goiânia