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A abertura do inquérito foi autorizada pela ministra Cármen Lúcia na quinta-feira, 24
Prefeita de Israelândia é a 1ª de 4 gestores a prestar esclarecimentos no bolsolão do MEC
29/03/2022, às 14:16 · Por Redação
A prefeita de Isaelância Adelícia Moura (PSC) é a primeira prefeita de Goiás a prestar esclarecimento em relação ao escândalo conhecido como bolsolão do Ministério da Educação (MEC), uma espécie de gabinete paralelo comandado por pastores. Outros três prefeitos do Estado devem fazer o mesmo.
Laerte Dourado (PP), de Jaupaci, Kelton Pinheiro (Cidadania), de Bonfinópolis, e Edmário de Castro (Cidadania), de Ceres, também devem prestar esclarecimentos no inquérito pedido pela Procuradoria-Geral da República (PGR) ao Supremo Tribunal Federal (STF). A informação é do jornal O Popular.
Na solicitação, a PGR pediu que o ex-ministro da Educação Milton Ribeiro e os pastores Gilmar Santos e Arilton Moura – supostamente envolvidos em influência na liberação de verbas do MEC e em pedidos de propina - também sejam ouvidos.
A abertura do inquérito foi autorizada pela
ministra Cármen Lúcia na quinta-feira, 24. Os prefeitos Nilson Caffer, de
Guarani d’Oeste (SP), Doutor Sato, de Jandira (RJ), e Calvet Filho, de Rosário
(MA), também foram citados nos mesmos termos que os goianos. Além disso, os
nomes de Adelícia e Laerte constam em solicitação do senador Randolfe Rodrigues
(Rede-AP) ao STF para apuração das denúncias no MEC, na lista de pessoas a
serem inquiridas.
O senador também pediu a
quebra dos sigilos bancários e telemático de 11 pessoas, entre elas está
Edmário. O processo foi distribuído a Cármen Lúcia.
Bolsolão do MEC Corrupção MEC Jair Bolsonaro