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Governo Federal alega não ter “nenhuma capacidade de negociar” um reajuste salarial devido à falta de previsão no Orçamento da União

Trabalhadores da Previdência Social em Goiás continuam em greve

05/04/2022, às 15:33 · Por Redação

Servidores Públicos Federais (SPF) mantiveram  a greve por tempo indeterminado, paralisação  deflagrada no último dia 23 de março em busca de  reajuste e reestruturação de carreiras.

Entre as principais reivindicações dos servidores está a recomposição salarial, correspondente às perdas de 2019, 2020 e 2021. Além da revogação da Emenda Constitucional 95, que propõe um ajuste fiscal, que proíbe por 20 anos investimentos em políticas públicas e sociais. Incluindo também o arquivamento da Proposta a Emenda 32, da contrarreforma administrativa.

Em Goiás, na base dos Sindicato dos Trabalhadores Federais em Saúde e Previdência Social de Goiás e Tocantins (Sintfesp-GO/TO), a greve ampliou adesão de outras entidades.

Até o momento, trabalhadores das Agências da Previdência Social (APSs) do Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS) também estão aptos à paralisação que foi aderida por mais 22 estados da federação.

O Governo Federal alega não ter “nenhuma capacidade de negociar” um reajuste salarial devido à falta de previsão no Orçamento da União.


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