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O setor entrou em 2022, na capital, com resultados aquecidos: em janeiro foram vendidas 1.042 unidades, 45% a mais do que o mesmo mês de 2021, que vendeu 717 unidades
Vendas no mercado imobiliário aquecidas com melhores resultados da última década em Goiânia
06/04/2022, às 11:12 · Por Redação
Mercado imobiliário de Goiânia teve um aumento nas vendas de 39% em relação a 2020 e encerrou o ano de 2021 com o maior volume de lançamentos e vendas da última década: 10.942 unidades, um movimento de R$ 5,8 bilhões contra R$ 2,8 bilhões no ano anterior, alta de 102%.
As vendas acompanharam à altura: 10.071 unidades comercializadas em 2021, aumento de 19% em relação a 2020 (8.460), também o maior volume dos últimos 10 anos.
O setor entrou em 2022, na capital, com resultados aquecidos: em janeiro foram vendidas 1.042 unidades, 45% a mais do que o mesmo mês de 2021, que vendeu 717 unidades. Mesmo diante de perspectivas desafiadoras para este ano, o cenário é de otimismo e de manutenção da valorização imobiliária.
Os dados são da pesquisa divulgada hoje pela Associação das Empresas do Mercado Imobiliário de Goiás (Ademi), realizada pela Brain Inteligência Estratégica.
Ao mesmo tempo, a valorização do preço dos imóveis foi significativa ao longo do último ano. Em um comparativo do preço médio de Goiânia no último trimestre de 2021 frente ao último trimestre de 2020, a valorização média foi de 35%, saltando de R$ 5.529,00 o valor do metro quadrado para R$ 7.465,00 o metro quadrado. “Esse aumento se deu, principalmente, pela alta no custo de construção. Vivenciamos a maior inflação do custo de construção dos últimos 30 anos”, explica o presidente da Ademi-GO.
O Setor Marista continua em primeiro lugar na lista dos bairros queridinhos da capital, com o valor do metro quadrado a R$ 7.829,00. Em seguida estão os setores Oeste (R$ 7.728,00), Bueno (R$ 7.481,00) e Pedro Ludovico (R$ 6.823,00).
Para 2022, a expectativa é que o cenário desafiador vivido pelo mercado imobiliário em Goiânia e Aparecida de Goiânia em 2021 permaneça e ganhe reforço de peso, como elevação da taxa de juros, que eleva ainda mais o custo do capital, e a insegurança de alguns consumidores em função do período eleitoral.
Mercado Imobiliário Goiânia