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O corte de 18,2% no orçamento para 2021, a redução de bolsas e um possível fechamento da instituição da UFG chegaram a ser tema de uma audiência pública universitária
Pró-reitora da UFG diz que tudo será afetado após MEC bloquear recursos das federais
01/06/2022, às 11:07 · Por Redação
O recente bloqueio de 14,5% em recursos previstos para investimentos e custeio na Universidade Federal de Goiás (UFG) pode comprometer muito o funcionamento da instituição. Para driblar as contas, benefícios e bolsas devem ficar fora da lista de prioridades.
As alterações orçamentárias deve se estender para outras áreas dentro da instituição. A pró-reitora de Assuntos Estudantis da UFG, Maísa Miralva, anunciou há pouco mais de três meses que planejava expandir o número de estudantes atendidos. À época havia a expectativa positiva de aumento frente aos cortes efetuados pelo governo federal em 2021.
“Tudo será afetado. No caso de atendimento a estudantes de baixa renda, vamos operar com quase R$ 5 milhões a menos. Ainda não sabemos o impacto. Estamos analisando. Vai ser muito difícil para todos. De forma prática, o corte será sobre todas as ações, pois não há como manter o que foi planejado. Estamos analisando o que fazer para reduzir impactos, como sempre fizemos”, lamenta.
Além das universidades, os institutos federais, a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh) e o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) também tiveram o envio dos recursos chamados discricionários suspensos.
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